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BRASIL, Sudeste, ITUIUTABA, CENTRO, Homem, de 15 a 19 anos, Portuguese, English, Música, Cinema e vídeo MSN - victorgfd@hotmail.com
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Have You Ever Really Loved A Woman
Have You Ever Really Loved a Woman? Você já amou realmente uma mulher?
TO REALLY LOVE A WOMAN Para amar realmente uma mulher
TO UNDERSTAND HER YOU GOTTA KNOW HER DEEP INSIDE Para entendê-la você tem que conhecê-la profundamente
HEAR EVERY THOUGHT SEE EVERY DREAM Ouvir cada pensamento ver cada sonho
I?VE GIVE HER WINGS WHEN SHE WANT TO FLY E dar-lhe asas quando ela quiser voar
THEN WHEN YOU FIND YOURSELF LYIN HELPLESS IN HER ARMS Então, quando você se encontrar repousando em seus braços
YA KNOW YA REALLY LOVE A WOMAN Você vai saber que realmente ama uma mulher
WHEN YOU LOVE A WOMAN YOU TELL HER THAT SHE?S REALLY WANTED Quando você ama uma mulher você tem que dizer que ela é realmente desejada
WHEN YOU LOVE A WOMAN YOU TELL HER THAT SHE?S THE ONE Quando você ama uma mulher você tem que dizer que ela é a única
CAUSE SHE NEEDS SOMEBODY TO TELL HER THAT IT?S GONNA LAST FOREVER Porque ela precisa de alguém que diga a ela que vai ser para sempre
SO TELL ME HAVE YOU EVER REALLY, REALLY, REALLY EVER LOVED A WOMAN? Então me diga: você já realmente, realmente, realmente amou uma mulher?
TO REALLY LOVE A WOMAN Para realmente amar uma mulher
LET HER HOLD YOU TILYA KNOW HOW BHE NEEDS TO BE TOUCHED Deixe-a te abraçar até você saber o quanto ela também precisa ser tocada
YOU?VE GOTTA BREATH HER REALLY TABTE HER Você tem que respirá-la até mesmo sentir o seu gosto
TIL YOU CAN FEEL HER IN YOUR BLOOD Até poder sentí-la em seu sangue
N? WHEN YOU CAN BEE YOUR UNBORN CHILDREN IN HER EYES E quando puder ver em seus olhos os filhos que ainda vão nascer
YA KNOW YA REALLY LOVE A WOMAN Você saberá que realmente ama uma mulher
WHEN YOU LOVE A WOMAN YOU TELL HER THAT SHE?S REALLY WANTED Quando você ama uma mulher você tem que dizer que ela é realmente desejada
WHEN YOU LOVE A WOMAN YOU TELL HER THAT SHE?S THE ONE Quando você ama uma mulher você tem que dizer que ela é a única
CAUSE SHE NEEDS SOMEBODY TO TELL HER THAT YOU?LL ALWAYS BE TOGE Porque ela precisa de alguém que diga que ela vai ser para sempre
SO TELL ME HAVE YOU EVER REALLY, REALLY, REALLY EVER LOVED A WOMAN? Então me diga: você já realmente, realmente, realmente amou uma mulher?
YOU GOT TO GIVE HER SOME FAITH HOLD HER TIGHT Você tem que lhe dar confiança, abraçá-la fortemente
A LITTLE TENDERNESS GOTTA TREAT HER RIGHT Um pouco de carinho, deve tratá-la direito
SHE WILL BE THERE FOR YOU, TAKIN? GOOD CARE OF YOU Ela vai estar sempre ali ao seu lado tomando conta de você
YA REALLY GOTTA LOVE YOUR WOMAN Você tem que amar realmente essa mulher
Bryan Adams
Escrito por Victor S. B. GFD às 21h53
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Vinicius de Moraes o que falar sobre este maguinifico mestre
Escrito por Victor S. B. GFD às 01h03
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Para viver um grande amor
Para viver um grande amor, preciso é muita concentração e muito siso, muita seriedade e pouco riso - para viver um grande amor. Para viver um grande amor, mister é ser um homem de uma só mulher; pois ser de muitas, poxa! é de colher... - não tem nenhum valor. Para viver um grande amor, primeiro é preciso sagrar-se cavalheiro e ser de sua dama por inteiro - seja lá como for. Há que fazer do corpo uma morada onde clausure-se a mulher amada e postar-se de fora com uma espada - para viver um grande amor. Para viver um grande amor, vos digo, é preciso atenção como o "velho amigo", que porque é só vos quer sempre consigo para iludir o grande amor. É preciso muitíssimo cuidado com quem quer que não esteja apaixonado, pois quem não está, está sempre preparado pra chatear o grande amor. Para viver um grande amor, na realidade, há que compenetrar-se da verdade de que não existe amor sem fieldade - para viver um grande amor. Pois quem trai seu amor por vanidade é um desconhecedor da liberdade, dessa imensa, indizível liberdade que traz um só amor. Para viver um grande amor, il faut além de fiel, ser bem conhecedor de arte culinária e de judô - para viver um grande amor. Para viver um grande amor perfeito, não basta ser apenas bom sujeito; é preciso também ter muito peito - peito de remador. É preciso olhar sempre a bem-amada como a sua primeira namorada e sua viúva também, amortalhada no seu finado amor. É muito necessário ter em vista um crédito de rosas no florista - muito mais, muito mais que na modista! - para aprazer ao grande amor. Pois do que o grande amor quer saber mesmo, é de amor, é de amor, de amor a esmo; depois, um tutuzinho com torresmo conta ponto a favor... Conta ponto saber fazer coisinhas: ovos mexidos, camarões, sopinhas, molhos, strogonoffs - comidinhas para depois do amor. E o que há de melhor que ir pra cozinha e preparar com amor uma galinha com uma rica, e gostosa, farofinha, para o seu grande amor? Para viver um grande amor é muito, muito importante viver sempre junto e até ser, se possível, um só defunto - pra não morrer de dor. É preciso um cuidado permanente não só com o corpo mas também com a mente, pois qualquer "baixo" seu, a amada sente - e esfria um pouco o amor. Há que ser bem cortês sem cortesia; doce e conciliador sem covardia; saber ganhar dinheiro com poesia - para viver um grande amor. É preciso saber tomar uísque (com o mau bebedor nunca se arrisque!) e ser impermeável ao diz-que-diz-que - que não quer nada com o amor. Mas tudo isso não adianta nada, se nesta selva escura e desvairada não se souber achar a bem-amada - para viver um grande amor. Vinicius de Moraes
Escrito por Victor S. B. GFD às 01h00
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Escrevo aqui hoje neste dia de tristeza para mim e varias outras pessoas ,pois o meu time (PALMEIRAS) perdeu(São Paulo 2x0 Palmeiras) e vem perdendo já a algum tempo.
Usofruo deste espasso para desabafar ,pois não há outra forma de me espressar sem que seja caçoado ou até mesmo apedrejado porque a corja de corintianos que me cerca é muito grande ,
muito obrigado por sua atenção ,
Atenciosamente...

Escrito por Victor S. B. GFD às 00h39
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Vocês Conhecem Joe Cocker?
Nome verdadeiro:John Robert Cocker Nascido no dia 20/05/1944 em Sheffield,Inglaterra. Lançou seu primeiro compacto em 1964,mas só lançaria seu primeiro álbum quatro anos depois. Com a música título do disco,"With a little help from my friends",uma releitura de uma canção dos Beatles,Joe Cocker conquistaria público e crítica na lendária apresentação do festival de Woodstock..Em 1970,junta-se ao compositor e pianista Leon Russel e realiza a histórica turnê "Mad Dogs and english men",registrada em disco duplo e filme. Após vários excessos,a carreira de Cocker passou por altos e baixos na década de setenta..O renascimento só viria em 1983,quando ganhou o Grammy pela canção "Up where we belong". Dono de uma voz única,intérprete magistral de grandes compositores como Lennon/McCartney,Randy Newman,Leon Russel,Bob Dylan e tantos outros,Joe Cocker continua na estrada,para a nossa sorte!
Escrito por Victor S. B. GFD às 12h49
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Dez anos sem o maluco beleza
Raul Seixas voltou à cena, à mídia diária, de forma inusitada. No momento em que o Brasil se preparava para lembrar os dez anos de morte do cantor e compositor, o senador Antônio Carlos Magalhães foi mais rápido no gatilho: puxou uma peça discursiva em defesa de seu projeto de combate à pobreza ao parodiar uma música do mentor da Sociedade Alternativa, o profeta do rock: “Eu devia estar contente porque tenho um emprego, sou um dito cidadão respeitável que ganho R$ 7 mil por mês. Eu devia agradecer ao Senhor por ter sucesso na vida como político. Eu devia estar alegre e satisfeito por morar em Salvador, na minha amada Bahia. Eu tenho uma porção de grandes coisas para conquistar. Eu não posso ficar aí parado”.
Muitas pessoas ficaram boquiabertas com a desenvoltura do senador. Teve gente que não entendeu nada. Mas certamente o maluco beleza, se estivesse vivo, iria entender. Afinal, ele mesmo dizia: “Prefiro ser essa metamoforse ambulante do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo”.
O rebelde nato, o demolidor e anarquista por excelência, continua a inspirar novas e velhas gerações. Tinha profundidade: “Sou largo, raso e profundo” ou “o início, o fim e o meio”. Foi influenciado por Bob Dylan, Beatles, Elvis Presley, Aleister Crowley, Jerry Lee Lewis, Jackson do Pandeiro, Bill Halley e Luiz Gonzaga. Era temperamental, sensível, nervoso. Viveu intensamente e, por isso mesmo, morreu cedo. Mas seu sonho era ser eterno.
Foi filósofo da Nova Era. Cavaleiro do Apocalipse. Raul Seixas foi tudo. Uma mistura de niilista, estudioso, hipocondríaco, compositor popular, poeta surrealista, esteta, agnóstico. E foi, antes de tudo, profeta da rebeldia: “A desobediência é uma virtude necessária à criatividade”. Raulzito – como era chamado pelos os íntimos – morreu mas deixou um séquito de admiradores. Tantos os que tentavam imitá-los quanto os que não tinham coragem de fazer nada o que ele pregava.
Nasceu na Bahia, em 28 de junho de 1945. Influenciado pela subcultura do rock formou seu primeiro conjunto em 1957 em Salvador. Perambulou pela Bahia durante dez anos quando cantou em boates, clubes e rádios. Enquanto isso, estudava Direito, Psicologia e Filosofia. Mas optou pela música e não concluiu os cursos. Mudou-se para o Rio de Janeiro em 1967 mas não conseguiu, como queria, lançar o primeiro disco. Só em 1970, em trabalho conjunto com Sérgio Sampaio, Edie Cooper e Miriam Batucada, lançou o LP Sociedade da Grã-Ordem Kavernista.
Iniciou uma carreira meteórica como rebelde e profeta maldito. Mas tinha consistência. Admirava os repentistas, aprendeu Inglês com os filhos dos americanos que trabalhavam na Petrobrás, na Bahia. Lia a Bíblia várias vezes. E também aprendeu latin lendo Metamorfosis, de Ovídio. Leu Sartre, Schopenhauer, Augusto dos Anjos, Kafka, Gregório de Matos. Considerava-se um materialista dialético. Dizia que algumas vezes acreditava em Deus. Lembrava da época em que foi internado em um convento de padre aos 14 anos e que foi levado a um psiquiatra com prenúncio de loucura.
Loucuras à parte, o certo é que Raul Seixas viveu intensamente. Se debruçou no conhecimento dos livros. Bebeu na fonte da inquietação dos agitados anos 70. Era expert em frases. Certa vez disse: “Sou escritor por excelência, ator por desejo e compositor por raiva”. Dizia ainda: “O brasileiro não faz história, ele é um espectador da história”.
Sobretudo, Raul se sentia um incompreendido. Reclamava da falta de apoio e de reconhecimento da mídia e do sistema. E, principalmente da crítica. Sobre os críticos disse: “São uns idiotas bitolados. Ficam sentados atrás de uma mesa de redação ou atrás de perguntas programadas por minicassetes. Não movem uma palha porque não sabem mover e quando alguém move eles não entendem. São tão perigosos como dos donos do poder. São tão doentes quanto a sociedade”.
Inconformado, Raul morreu de incompreensão. Mas já é lenda. É espírito e transcendência. E, por ironia, volta à cena pelas mãos do baiano ACM, tido como um dos donos do poder. Mas não faz mal. Raul é poeta. E os poetas são, acima de tudo, magnânimos.
Gustavo Dourado |
Escrito por Victor S. B. GFD às 21h00
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Aguardem....
A proxima publicação
Escrito por Victor S. B. GFD às 14h20
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De vez enquando irei publicar
algo sobre algum artista (cantor,pintor,....) .
DEIXEM SEUS COMENTÁRIOS E SUGESTÕES
Escrito por Victor S. B. GFD às 22h44
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Bob Marley - herói da Jamaica
Bob Marley é idolatrado no mundo todo, inspirou muitos com suas letras e mensagens e já foi tratado por profeta. Agora, o pessoal de sua família está mexendo seus pauzinhos para que ele receba a honra suprema jamaicana, sendo proclamado "herói nacional" pelo governo. "Pra qualquer parte do mundo que você vá a primeira coisa que as pessoas pensam quando ouvem falar de Jamaica . Ele inspirou tantas pessoas com suas músicas então é hora de nós avançarmos e levarmos o reconhecimento a Bob para um nível mais alto", diz Jacqueline Knight-Campbell, que é quem organiza a campanha pela a Bob Marley Foundation, a fundação que é comandada pelos herdeiros da família Marley. A fundação planeja transformar o dia do aniversário de Bob - 6 de fevereiro - em feriado nacional. Em 2005, ano em que ele completaria 60 anos, estão sendo planejadas festividades na capital jamaicana, Kingston. Apenas sete jamaicanos foram declarados heróis nacionais e entrev eles estão o ativista pelos direitos civis dos negros, Marcus Garvey, e o ex-primeiro ministro Alexander Bustamente. Não é a primeira vez que tentam fazer com que o nome de Marley seja alçado a honra máxima, e, se esforços passados se mostraram inúteis, agora o apoio vem do mundo todo. recentemente, a BBC elegeu a música "One Love" o hino do século (XX) e a revista Time denominou seu "Exodus", de 1977, disco do século (XX). Marley já recebeu a terceira maior honra do governo jamaicano - o título de Ordem de Mérito, em 1981, um mês antes de sua morte.
Escrito por Victor S. B. GFD às 22h39
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